Já expressei minha opinião sobre o cenário atual da televisão no post "Eu não assisto Televisão" aqui no blog (alias se você não leu ainda é só clicar no link) e de certa forma o post de hoje faz uma conexão com ele. Não entrarei no mérito "TV" mas considerarei o post de hoje uma continuação direta. Falarei basicamente sobre duas coisas: Música e Leitura.
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| Tem gente que fica horas nessas páginas todos os dias! |
A leitura como já é bem sabido é um hábito saudável que todo deveríamos exercer. Como benefícios ela pode nos agregar conhecimentos, estimular a criatividade, aguçar o nosso senso crítico e ainda melhorar nossa memória. No atual século 21 nunca as pessoas leram tanto e na verdade isso já virou um hábito diário porém, a forma como essas pessoas estão lendo e os conteúdos que estão absorvendo é de uma qualidade duvidosa... Não, não estou falando de livros não, mas poderia dizer que há dois grandes "best sellers" no Brasil que todo mundo tem: O Facebook e o Whatsapp.
Conheço pessoas que passam horas lendo alguns desses "livros" todos os dias da semana. Quero deixar claro que não estou questionando o uso desses meios de comunicação, afinal cada um deles tem sua viabilidade e também por esse motivo tiveram o seu sucesso. O que estou querendo dizer aqui é que uma parcela bem significativa das pessoas tornaram esses meios sua única fonte de leitura e de informação! E o pior acreditam piamente no que é veiculado em ambos sem nem ao menos questionar as fontes das informações. A frase "atraso de vida" caí muito bem aqui.
| Vizinhos por que vocês têm gostos musicais tão ruins?! |
Música para mim pode ser definida com uma frase que uma amiga me disse e nunca esqueci: É a arte de expressar o mais diferentes afetos da alma mediante o som. Em suma: uma arte! O cenário musical atual também não é dos melhores; No Brasil e no mundo sobram hits dos mais diferentes gêneros que enaltecem o “Hoje eu vou pegar geral” ou o “Vem que eu to de 1100”.
“Ah, mas é só uma música, não tem nada haver é para se divertir”.
Concordo em parte, mas como estamos falando de certa forma de qualidade de consumo, exemplos assim não deixam de ser músicas ruins e amplamente absorvidas por uma maioria (que para ajudar ainda te obriga a ouvir isso passando na sua rua com um Gol 1990 com um aparelho de som que custa 3x mais que o carro). Os mamonas assassinas por exemplo, faziam músicas divertidas e com qualidade! Havia muito humor crítico nelas o que às diferencia das músicas "divertidas" atuais que só pregam bebedeira, pegação e ostentação.
Como diriam os Selvagens À Procura de Lei: "Música não pra cabeça
Mas feita pro pé"
Para quem não consome isso como todos os outros, o sentimento de “sou
um peixe fora d’água” é muito presente, afinal somos taxados de esquisitos e
ainda sofremos com a falta de espaço de muitas outras coisas relevantes que não
são difundidas como deveriam... Ainda bem que hoje graças à internet não
estamos mais presos a nada e se não temos oque queremos pelos grandes meios, nós os buscamos
e encontramos, mas é impossível negar o gosto amargo que nos vem a boca vendo tanta coisa boa "escondida" e tanta coisa ruim a mostra.

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